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Fotos de Alter do Chão

Alter do Chão

A história de Alter-do-Chão faz parte da própria história de Santarém, antiga aldeia dos Borari, recebeu, com a chegada dos jesuítas, o nome de Missão de Nossa Senhora da Purificação. Como teve seu desenvolvimento próprio, a aldeia foi levada à categoria de vila a 06 de março de 1758, com o nome português de Alter-do-Chão. Desde então a vila vem crescendo, contando hoje com infra-estrutura turística e de apoio com pousadas, restaurantes, barracas na praia, além de lojas de artesanato e o Centro de Preservação da Arte e Cultura Indígena, conhecido mundialmente. Além disso, a vila é privilegiada por belos atrativos naturais como o lago verde dos Muiraquitãs, o Morro do Cruzeiro e a famosa Ilha, atraindo dessa forma um número crescente de visitantes, incluindo os inúmeros cruzeiros marítimos que aportam no local.

Passeios

Praias Fluviais

Alter do Chão, uma rústica aldeia de pescadores é o caribe brasileiro de águas doces, azuis e cristalinas. Um verdadeiro paraíso de praias fluviais de areias brancas no coração da floresta amazônica.

Santarém

A cidade de Santarém ocupa uma posição privilegiada, exatamente na junção dos rios Amazonas e o Tapajós. Em frente da cidade podemos testemunhar um dos maiores espetáculos do mundo: o encontro das águas verde-esmeraldas do Tapajós com as águas ocre-argila do Amazonas, as quais correm juntas por muitos quilômetros sem se misturarem. Esse fenômeno está absolutamente acima de qualquer descrição ou comparação.

Lago Verde

Um lugar de grande beleza natural de onde os índios Borari, antigos habitantes da região, retiravam pedras do fundo para a confecção do muiraquitã, amuleto em forma de sapo que traz a sorte.

Floresta Nacional do Tapajós

Uma reserva florestal de 600.000 hectares repleta de floresta primária, praias, comunidades tradicionais, igarapés e igapós.

Encontro das Águas

Passeio passando pelo espetacular encontro das águas do transparente Rio Tapajós e do barrento Rio Amazonas, que, devido à densidade e velocidade diferentes, fluem lado a lado sem se misturar. No período de águas cheias (meados de março até agosto) podemos avistar a magnífica Vitória Régia, uma das maiores plantas aquáticas do mundo. No período de águas baixas (setembro até fevereiro) teremos a possibilidade de ver os jacarés se esquentando na margem do Canal. No final da tarde assistiremos também a belíssima revoada dos pássaros.

Gastronomia

Destacam-se como fortes atrativos da comida de Alter do Chão o "tucunaré na manteiga", a "caldeirada de pirarucu" e o "suco do açaí". Os dois peixes já mencionados são, reconhecidamente, os melhores e mais populares da região, por seus inigualáveis sabores. O açaí, aparentemente um coquinho de nada, dá em cachos, é fruto de uma palmeira esguia e muito elegante. Quando espremido, obtem-se um vinho vermelho escuro, ferroso, de gosto peculiar e exótico. "Gosto de mato", dizem os que vêm de fora. O suco do açaí é tomado que nem suco, com ou sem açúcar, comido com farinha d'água ou camarãozinho seco ou tudo junto, o açaí é alimento do dia-a-dia. Outra variação do modo de comê-lo é com um tipo de farinha da região, que é a famosa farinha de tapioca, juntamente com pedaços de pirarucu assado na brasa.

Compras

A cestaria e as cuias desenhadas são os principais destaques dos trabalhos artesanais produzidos na região, influenciados pela antiga cultura tapajônica.

Clima

De agosto a dezembro é o melhor período para visitar Alter do Chão, quando a maré está baixa e as ilhas com as praias mais bonitas, emersas. Em julho, a maré está baixando, mas as melhores ilhas ainda não apareceram.