Passeios
Palácio de Potala
O Palácio de Potala, antiga residência do Dalai Lama, em Lhasa, foi estabelecido no século XII durante o reinado de Songtsen Gampo. A construção da estrutura atual foi iniciada em 1645, durante o reinado do quinto Dalai Lama. O prédio vermelho (Potrang Marpo) possui mais de mil cômodos, tem 13 andares e 115 metros de altura.
Palácio Branco
O Palácio Branco é a parte do palácio onde se encontravam os aposentos de Dalai Lama. O primeiro foi construído durante a vida do quinto Dalai Lama, em 1650, e no início do século XX chegou ao seu tamanho atual. O palácio foi usado para uso secular e continha os aposentos de estar, gabinetes, o seminário e a tipografia. Atualmente contém as tumbas de oito Dalai Lamas, a galeria de assembleia dos monjes, numerosas capelas e bibliotecas para as importantes escrituras Budista, o Kangyur em 108 volumes e o Tengyur com 225. O edifício amarelo, ao lado do Palácio Branco no pátio entre os principais palácios, acolhe gigantescos estandartes adornados com símbolos sagrados que se ostentam ao longo da face Sul do Potala durante os festivais de Ano Novo.
Varanasi
Varanasi foi um famoso centro comercial e industrial por suas fábricas de tecidos de musselina e seda, perfumes, trabalhos em marfim e esculturas. Durante a época do Buda Sidharta Gautama (que nasceu cerca de 570 AC), Varanasi foi a capital do Reino da Kashimira. O célebre viajante chinês, Xuanzang, atestou que a cidade era um centro de atividades religiosas, educativas e artísticas, e que se estendia por cerca de 5 km ao longo da margem esquerda do Rio Ganges.
Templo de Borobudur
O complexo do templo de Borobudur é um dos maiores monumentos do mundo. Sua idade é incerta, mas admite-se ter sido construído entre o final do século VII e início do século VIII D.C. Durante cerca de um século e meio, ele foi o centro espiritual do Budismo em Java, permanecendo, então, perdido até a sua redescoberta no século XVIII. A estrutura, composta de 55.000 metros quadrados de pedras vulcânicas, está erguida numa montanha na forma de uma pirâmide de degraus de seis planos retangulares, três terraços circulares e uma torre central formando o seu cume. A estrutura como um todo está na forma de um lótus, a flor sagrada do Buda.
Shigatse
Shigatse,a segunda maior cidade do Tibet onde se encontra o Mosteiro de Tashilhumpo. É um grande centro do Budismo circundado por ricas áreas agrícolas. Sua principal atração é o Hall de Maitreya o Buda do Futuro em um assento de lotus folheada de bronze com 27 metros de altura.
Gastronomia
Os ingredientes da culinária típica se adaptam às condições em que se localiza o território do Tibete. Os tibetanos utilizam quase que exclusivamente a cevada, pois o arroz não cresce na altitude em que o Tibete se localiza. Pode-se dizer que a alimentação diária dos tibetanos se fundamenta em dois alimentos muito energéticos: a tsampa, que consiste na farinha de cevada moída (mas que pode também ser feita com trigo), e o chá tibetano, chamado de chá de manteiga (e também de chá salgado), elaborado com chá preto, manteiga de iaque e sal. Os tibetanos se alimentam de carne de iaque, de ovelha ou de cabra, as vezes seca ou em forma de guisado com batatas. Também aproveitam o leite para fazer uma espécie de iogurte com um pouco de mel. Os queijos são muito apreciados. Não consomem pescado. Entre as especiarias, a mais típica é a semente de mostarda.
Compras
Tibet é o melhor lugar para se comprar lembranças típicas. Lá não há nada como curtir uma tarde explorando o movimentado bazar da cidade, onde é possível comprar inúmeros artigos autênticos como tapetes decorados com dragões da boa sorte, botas tibetanas, vasilhas de madeira e belíssimas facas ornamentais. Os preços no bazar não são tabelados e podem variar bastante. Os habitantes locais também não se intimidam em tentar vender aos turistas suas joias e artigos religiosos.
Clima
O Tibet cobre uma vasta área, onde podemos encontrar temperaturas extremas. Há uma variação dramática quando saímos das secas do norte em direção às planícies cobertas de grama, existentes no sul. Apesar de Lhasa ser acessível por via aérea durante todo o ano, e de quase não nevar nesta região, a única época viável para se fazer uma viagem ao Tibet é durante os meses de verão (entre Maio e Novembro). No resto do ano o país sofre com um terrível inverno caracterizado por ventos gelados, estradas ainda mais precárias e temperaturas bem abaixo do agradável.
